Junho de 2001

E N E R G E X   N E W S

 

A fantástica saga do Zé Maria, “Em Busca do Ozono Perdido” é concluída nesta edição.
Apresentamos ainda um novo “passatempex”. Para ver estas novidades, só tens que mudar de canal, clicando no Meu Canal.

 

O mundo dispõe de 438 centrais nucleares actualmente em actividade – 83% da sua produção está concentrada nos países industrializados – que fornecem 16% da procura mundial de electricidade, anunciou em Maio a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).
A França lidera a lista dos 10 países mais dependentes da energia nuclear, com uma taxa de dependência de 76,3%. Seguem-se a Lituânia (73,7% da energia que consome tem origem numa central atómica), a Bélgica (56,8%), a Eslováquia (53,4%), a Ucrânia (47,3%), a Bulgária (45%), a Húngria (42,2%), a Coreia do Sul (40,7%), a Suécia (39%) e a Suiça (38,2%). A Europa Ocidental conta com 150 reactores nucleares e o seu número não deverá variar significativamente nos próximos anos, segundo a AIEA, que recorda que os 118 reactores norte-americanos fornecem 20% da electricidade nos Estados Unidos e 12% no Canadá.
Em contrapartida, o Médio Oriente e a Ásia, que contam com 94 reactores, estão empenhados no desenvolvimento da energia nuclear, particularmente na China, Índia, Coreia do Sul e Japão, de acordo com a Agência. Seis centrais entraram em laboração no ano passado – três na Índia, uma no Paquistão, uma no Brasil e uma na República Checa. Está em fase de construção um total de 31 reactores, dois dos quais no Japão e outro na China, cuja construção teve início em 2000.

 

O rei da Tailândia, Bhumibol Adulyadej, apresentou uma patente a fim de utilizar o óleo de palma como combustível alternativo – e barato – para os motores a diesel, anunciou no dia 4 de Maio o gabinete da propriedade intelectual.
O rei Bhumibol é um grande defensor das virtudes do óleo de palma, bastante corrente no Sudeste asiático, que – na sua opinião- pode servir de combustível (isoladamente ou misturado) para os motores a diesel, sem que esses motores tenham de ser modificados. A vantagem é que o óleo de palma polui menos e a sua utilização reduzirá a dependência do reino face às importações de petróleo (beneficiando também os agricultores autóctones).

 

Investigadores na China desenvolveram uma tinta que arrefece a tua casa no calor do Verão e aquece-a no Inverno. Quando a temperatura do solo desce abaixo dos 20º C, a camada da tinta absorve o calor do sol, o que ajuda a aquecer a sala. Da mesma maneira, quanto a temperatura aumenta acima deste nível, a camada da tinta reflecte a luz solar e ajuda a arrefecer a sala. Mas não é tudo! Assim como ajuda nas tuas contas da luz, a tinta também muda de cor com as estações – adaptando tons frescos no Verão e tons mais quentes durante o Inverno.