A partir desta edição, o nosso serviço informativo ENERGEX NEWS passa a ENERGEX, O ARDINA JORNALEIRO
Sabiam que cientistas
australianos descobriram o petróleo mais velho de sempre em rochas com 3,2 mil
milhões de anos? A descoberta sugere que as bactérias envolvidas na formação do
petróleo estavam espalhadas pela Terra muito mais cedo do que se pensava - ou
seja, essas bactérias poderão ter estado entre os primeiros habitantes do nosso
planeta.
As pequenas gotas de petróleo, extraídas de rochas da Austrália, são 250 anos
mais velhas que gotas idênticas descobertas pala mesma equipa em 1998.
Antes
destas descobertas, o petróleo mais velho que se conhecia tinha 1,5 mil
milhões de anos.
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Continuando no
petróleo, fica a saber que os países árabes possuem 62,5% da reserva mundial de
crude, de acordo com uma informação da Organização de Países Árabes Exportadores
de Petróleo, a OPAEP (não confundir com a OPEP), com sede no Kuwait. Segundo o
estudo, os países árabes em conjunto registam reservas calculadas em 636 000
milhões de barris de crude, 62,5% da reserva mundial estimada em 1033 mil
milhões de barris.
A Arábia Saudita, o maior produtor e exportador de crude do mundo, encabeça a lista de países com mais reservas com 263 000 milhões, seguida pelo Iraque e Emiratos Árabes Unidos.
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Entretanto, as
autoridades iranianas revelaram em Agosto a descoberta de novas reservas de
petróleo e gás natural no país, segundo informou a emissora oficial "Rádio
Teerão".
Descobriu-se uma jazida de crude, com umas reservas de mais de 1000 milhões
de barris e um campo de gás natural com umas reservas de 23 000 milhões de
metros
cúbicos.
Na actualidade, o Irão é o segundo maior exportador de petróleo do mundo, com cerca de 3,5 milhões de barris diários, a seguir à Arábia Saudita, que exporta mais de 8 milhões de barris por dia.
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Os resíduos que
ficam dos óleos utilizados nas frituras podem ser reciclados e convertidos em
combustível, o que permite a substituição da gasolina e do gasóleo - ambos de
origem geológica e muito mais poluentes.
Quem o diz é a empresa espanhola Bionet que, no próximo ano, vai lançar um projecto que produzirá 50 mil toneladas por ano de carburante ecológico, utilizando como matéria-prima os desperdícios dos óleos de cozinha. E tanto faz que sejam de oliveira, girassol ou soja, a única condição é terem origem vegetal.
Com a produção destas 50 mil toneladas de biodiesel evita-se a transmissão para a atmosfera de 138 mil toneladas anuais de dióxido de carbono, um dos principais poluentes responsáveis pelo efeito de estufa. A diferença entre os carburantes convencionais de origem geológica e um combustível biodiesel, é que este último reduz consideravelmente a emissão de substâncias nocivas como o enxofre, o cloro, o monóxido de carbono e os óxidos de nitrogénio, além de ser biodegradável e de não contribuir para alterações climáticas.